Escolta de Ford

1980-1990 de lançamento

Reparo e operação do carro



Ford Eskort
+1.1. Características de um desenho
+ 2. Manutenção
- 3. Motores
   -3.1. Óleo Diesel OHV e motores CVH
      +3.1.1. Característica técnica
      +3.1.2. Serviço e reparo do motor OHV
      +3.1.3. Serviço e reparo do motor CVH
      -3.1.4. Sistema de combustível
         3.1.4.1. O carburador de FORD VV com a seção mutável do difusor
         3.1.4.2. O sistema de dosagem principal
         3.1.4.3. Sistema de perder tempo
         3.1.4.4. Remoção e instalação do carburador
         3.1.4.5. Voltas de perder tempo e manutenção com
         3.1.4.6. Válvula que perde tempo
         3.1.4.7. Acordo inicial
         3.1.4.8. Dispositivo de aumento em velocidade
         3.1.4.9. Agulha de jato
         3.1.4.10. Válvula de agulha da câmera feita funcionar pela bóia
         3.1.4.11. Fio Accelerator
         3.1.4.12. Fio do acordo inicial
      +3.1.5. Weber 2V carburador
      3.1.6. Bomba de combustível
      3.1.7. Tanque de combustível
      +3.1.8. Sistema de provisão aérea
      +3.1.9. Sistema de injeção de combustível
      +3.1.10. Sistema de injeção de combustível CFI
      +3.1.11. Sistema de ignição
   +3.2. Motor diesel 1,6 e 1,8 de dm3
+4. Sistema de lubrificação
+5. Esfriamento de sistema
+6. Sistema de lançamento
+7. União
+8. Transmissões
+9. Cabos de poder
+10. Gerência de engrenagem
+11. Direção
+12. Sistema de freios
+13. Corpo
+14. Equipamento elétrico


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3.1.4.2. O sistema de dosagem principal

INFORMAÇÃO GERAL

O sistema de dosagem principal


A válvula de agulha com uma bóia

1 – filtro;

2 – válvula;

3 – eixo de bóia;

4 – bóia

O combustível vem ao carburador via a válvula de agulha que se faz funcionar por uma bóia. Ao pequeno nível do combustível na câmera feita funcionar pela bóia a bóia cai e abre a válvula de agulha, por isso, há um recheio do combustível de câmera feito funcionar pela bóia, a bóia aumenta e fecha a válvula de agulha, parando a entrada do combustível.

O nível de combustível no carburador não se regula como as pequenas flutuações do nível do combustível não influem na operação do carburador. A abertura da câmera feita funcionar pela bóia informa-se com o caso do jato principal e o canal de infiltração do carburador graças ao que a possibilidade do golpe de vapores de gasolina na atmosfera se exclui.

A composição da mistura de trabalho regula-se por uma válvula pneumática que se abre e fechado dependendo da colocação de poder. Esta válvula dá-se na ação de um diafragma que, à sua vez, se abre e fechado dependendo da depressão no difusor entre uma válvula pneumática e uma válvula de borboleta.

No tempo operacional perdendo tempo o motor consome não bastante ar e por isso a válvula se fecha graças ao que a velocidade aérea sobre uma passagem de escape do jato principal aumenta. Contudo quando abrir uma depressão de válvula de borboleta aumenta no difusor e o diafragma retido por uma primavera abre uma válvula pneumática.

Durante a nova abertura de uma válvula de borboleta a válvula continua abrindo tanto a força do diretor-gerente da depressão como uma tensão de uma primavera contrabalançam-se em toda a variedade de velocidades. O combustível implica-se da câmera feita funcionar pela bóia no tubo de transferência e além disso por dois jatos e a válvula de agulha cônica vai ao motor.

Em pequenas voltas a agulha entra no jato principal e limita a entrada do combustível. Na dispersão e em grandes voltas a agulha estende-se do jato principal por uma válvula pneumática à qual se anexa. Como a agulha tem a forma cônica, o tamanho do seu movimento regula o montante do combustível que passa pelo jato principal.